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30/11/2017 10:19 • Notícias
Ampasul promove treinamento a monitores de campo para a cultura do algodão

A cultura do algodão herbáceo é uma das mais complexas existentes e o treinamento constante para atualização dos monitores de campo é importante para a sustentabilidade da cultura, principalmente no cerrado brasileiro.

Para o bom desempenho desta estratégica função no campo, a Ampasul, Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão promoveu na terça-feira, 28 de novembro, durante todo o dia, o Curso de Monitores de Campo. O evento ocorreu no Campus da Fachasul, Faculdade de Chapadão do Sul e contou com dezenas de participantes que foram em busca de aperfeiçoamento e conhecimento da importante função nas lavouras de algodão.

O bom monitor de campo deve estar atento aos desafios para integrar uma equipe responsável pela condução das lavouras, para identificar em tempo de controle eficiente, ou prevenir doenças e pragas que afetem o algodoeiro.

Foi o treinamento ministrado por Paulo Edimar Saran, escritor de manuais de identificação de pragas e doenças do algodoeiro. Ele abordou importantes pontos da fisiologia, pragas, doenças e insetos benéficos da cultura do algodoeiro.

O público alvo do treinamento foi formado por engenheiros agrônomos, técnicos em agropecuária, consultores, gerentes de fazendas e produtores rurais, ligados diretamente na cotonicultura de Mato Grosso do Sul.

Paulo Edimar Saran é um profundo conhecedor de pragas e doenças do algodoeiro. As suas atividades profissionais tiveram início em 1990 em lavouras de algodão no Estado do Paraná, quando foi premiado por dois anos consecutivos como padrão em “Monitoramento de pragas na cultura do algodão” naquele estado.

De 1994 a 2005, atuou em assistência técnica, pesquisa, desenvolvimento de mercado e marketing no Paraná e em São Paulo (1994 a 1997), migrando para as regiões de cerrado, onde trabalhou nos estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Bahia e Maranhão.Fonte:

AMPASUL (Norbertino Angeli)